Vagas - Multinacional na área de Outsourcing, Consultoria e Tecnologia

Vagas no Rio de Janeiro as oportunidades abaixo:
Currículo deve ser enviado em formato Word para rodrigo_cruz_neves@yahoo.com.br e colocar no campo Assunto do email o CÓDIGO da vaga.

Código: PLAN01
Perfil:
- Formação superior completa;
- Experiência de 8 anos em gestão de projetos;
- Experiência na implantação de PMO;
- Experiência em EPM (Enterprise Project Management);
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Código: PLAN02
Perfil:
- Formação superior completa;
- Experiência de 3 anos em gestão de projetos;
- Experiência na implantação de PMO;
- Experiência na solução EPM (Enterprise Project Management);
- Experiência em SAP R/3 (mód. PS e BW);
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Código: PLAN03
Perfil:
- Formação superior completa (Engenharia, Economia, Administração ouInformática);
- Experiência de 2 anos em gestão de projetos;
- Desejável conhecimento em SAP R/3 (PS e/ou CO);
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Código: TEC_PLAN01
Perfil:
- Formação superior completa (Engenharia, Economia, Administração ouInformática) ou formação prevista para Dez/2009;
- Experiência de 1 ano na planejamento de projetos;
- Conhecimento de MS-Project;
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Código: GM02
Perfil:
- Formação superior completa (Marketing, Comunicação, Psicologia ouAdministração);
- Experiência de 3 anos em processos de transformação e de negócios/organizacionais (gestão de mudança);
- Experiência comprovada em treinamento para diversos públicos;
- Conhecimento de Gestão de Projetos e processos de comunicação;
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Código: CONTRATOS05
Perfil:
- Formação superior completa;
- Experiência mínima comprovada de 4 anos nas áreas contábil,financeira ou auditoria;
- Experiência em MS-Project;
- Inglês;
- Boa comunicação verbal e escrita;
- Indicar pretensão salarial.

Constituintes do petróleo

Do latim petra (pedra) e oleum (óleo), o petróleo no estado líquido é uma substância oleosa, inflamável, menos densa que a água, com cheiro característico e cor variando entre o negro e o castanho-claro.
O petróleo é constituído, basicamente, por uma mistura de compostos quími­cos orgânicos (hidrocarbonetos). Quando a mistura contém uma maior porcentagem de moléculas pequenas seu estado físico é gasoso e quando a mistura contém molé­culas maiores seu estado físico é líquido, nas condições normais de temperatura e pressão.
O petróleo contém centenas de compostos químicos, e separá-los em com­ponentes puros ou misturas de composição conhecida é praticamente impossível. O petróleo é normalmente separado em frações de acordo com a faixa de ebulição dos compostos.

A Tabela abaixo mostra as frações típicas que são obtidas do petróleo.


Os óleos obtidos de diferentes reservatórios de petróleo possuem características diferentes. Alguns são pretos, densos, viscosos, liberando pouco ou nenhum gás, enquanto que outros são castanhos ou bastante claros, com baixa viscosidade e densidade, liberando quantidade apreciável de gás. Outros reservatórios, ainda, podem produzir somente gás. Entretanto, todos eles produzem análises elementares semelhantes às dadas na Tabela abaixo.

A alta porcentagem de carbono e hidrogênio existente no petróleo mostra que os seus principais constituintes são os hidrocarbonetos. Os outros constituintes aparecem sob a forma de compostos orgânicos que contêm outros elementos, sendo os mais comuns o nitrogênio, o enxofre e o oxigênio. Metais também podem ocorrer como sais de ácidos orgânicos.
A Tabela abaixo, apresenta as principais características das famílias dos hidrocarbonetos normalmente encontrados no petróleo.

Petrobras Distribuidora abre 372 vagas para programa de estágio em 38 cidades do país

A Petrobras Distribuidora abriu 372 vagas para seu programa de estágio. Os estágios tem duração de 12 meses, com remunerações médias que variam de R$ 583,43 a R$ 865,02.
As inscrições devem ser feitas pelo site da empresa (www.br.com.br), e o prazo para se inscrever vai até o dia 6 de outubro. No total, são 372 vagas, sendo 175 para estudantes de nível médio profissionalizante e 197 para os de nível superior.
Para se inscrever é necessário que tanto os estudantes de nível superior, quanto os de nível médio profissionalizante, devem estar cursando os dois últimos anos ou os quatro últimos semestres.
Para os que já concluíram o curso é possível realizar o estágio, desde que a instituição de ensino informe (por meio de declaração) que o estágio é condição indispensável para a obtenção de certificado ou diploma.
A carga horária diária de estágio é de 4 horas para o nível médio e superior, exceto para os estudantes do curso de Direito, cuja carga horária diária é de 6 horas.
Há vagas em 38 cidades dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

VAGAS - 18/08

Alemã Butting contrata Managing Director para trabalhar no Brasil

A multinacional Butting, fabricante alemã de tubos de aço inoxidável, contrata Managing Director para trabalhar no Brasil. É imprescindível o conhecimento técnico na área de atuação da empresa. O início é imediato.
Para ler mais detalhes sobre o perfil exigido para ocupar a vaga, clique aqui.
Currículos devem ser enviados para o email: brasil@butting.de.
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ENGECAMPO Macaé Contrata
20 Encanadores
20 Caldeireiros
20 Ajudantes
20 Soldadores Eletrodo/TIG
Enviar Currículo p/ jonasribeiro.engecampo@gmail.com
jessicawitka.engecampo@gmail.com
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Analista Contábil para empresa de Petróleo e Gás
Local: Centro / RJ
Superior Completo em Ciências Contábeis ou cursando. Experiência: análise de contas, classificação, conciliação, imobilizado e depreciação, retenção de impostos. Obrigações acessórias: DCTF, DACON, PERD/COMP, GIA ICMS, SINTEGRA, PIS, COFINS.
Salário: R$ 1.500,00 + VT e VR R$ 15,00
OS INTERESSADOS DEVEM ENCAMINLHAR CURRÍCULOS PARA aline@parceriaconsult.com.br
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Empresa multinacional de grande porte, uma das líderes no setor deÓleo & Gás, está recrutando para a posição de COORDENADOR DE MANUTENÇÃO e que tenha interesse em trabalhar numa empresa global.
Buscamos o seguinte perfil: Formação: TÉCNICA ou ENGENHARIA MECÂNICA. Bons conhecimentos em Inglês. Experiência em Manutenção Preventiva. Conhecimentos de hidráulica.
Residência fixa em MACAÉ.
OBSERVAÇÃO: Só serão aceitos currículos dentro deste perfil.
A empresa oferece remuneração compatível com mercado de petróleo, excelente pacote de benefícios e investimento em treinamento.
Os candidatos interessados deverão enviar currículo com pretensão salarial para o e-mail:
rhcandidatostecnicos@gmail.com mencionnado no assunto: CV COORDENADOR DE MANUTENÇÃO.
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Mecânico Montador até 40 anos
FC MASTER CONSULTORIA EM RH CONTARATA PARA CLIENTE.
Mecânico Montador
sexo * Masculino
02 anos exp.
Salário R$ A/C.
Vaga *EfetivaAté* 40 anos.
*Solidos conhecimentos em aparelho de refrigeração em solda de oxacetilino para soldagem de tubulação de cobre. Encaminhar curriculum no corpo do e-mail para fcmaster@oi. com.br Contato Rosana lyra Tel * 2215-1753

ADVOGADOS DEFENDEM MONOPÓLIO DA PETROBRÁS

ADVOGADOS DEFENDEM MONOPÓLIO DA PETROBRÁS E ENCAMINHAM DOCUMENTO AO PRESIDENTE LULA
A Fundação Brasileira de Direito Econômico (FBDE) divulgou sua proposta para o novo marco regulatório do pré-sal que será encaminhada ao presidente Lula no início desta semana. No documento os advogados defendem alterações no texto constitucional restituindo o monopólio da exploração do petróleo para a Petrobras nos termos da lei 2004. Durante a reunião o professor emérito da Faculdade de Direito da UFMG e presidente do Conselho Curador da FBDE, Washington Albino, lembrou que a entidade “sempre esteve a frente da luta pelo petróleo e neste momento precisamos garantir a utilização do poder econômico conferido por esse mineral para implementar as políticas de desenvolvimento nacional”. A FBDE também pretende ampliar o debate a respeito do tema afirmou o professor Wladmir Coelho, conselheiro da entidade e coordenador do núcleo de estudos de política econômica do petróleo: “pretendemos mobilizar o poder legislativo – em seus diferentes níveis - para realização de audiências públicas e condenamos a intenção do governo de enviar o projeto com a nova legislação do petrólleo ao Congresso Nacional em regime de urgência”. A Fundação Brasileira de Direito Econômico é presidida pelo professor da PUC Giovani Clark e possui em seus quadros professores de direito de diferentes universidades brasileiras.
Responsável por esta nota: Professor Wladmir Coelho
(A SEGUIR A INTEGRA DO DOCUMENTO QUE SERÁ ENVIADO AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA)
PROPOSTAS DA FUNDAÇÃO BRASILEIRA DE DIREITO ECONÔMICO PARA O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO PETRÓLEO
A Fundação Brasileira de Direito Econômico entidade que sempre esteve a frente da luta pelo petróleo comunica sua posição quanto as propostas do governo federal para o novo marco regulatório do pré-sal.
1º Consideramos que a elaboração de uma nova legislação para o setor petrolífero, em função de sua relevância, não deve permanecer restrita a comissão de assessoramento ao presidente da república cujas propostas chegam à imprensa de forma desconectada e confusa gerando insegurança nos diferentes setores produtivos;
2º Tendo em vista o isolamento do grupo responsável por elaborar o projeto do novo marco regulatório do petróleo entendemos como temerário o envio deste ao Congresso Nacional em regime de urgência impedindo – desta forma - a colaboração dos diferentes setores sociais interessados no tema;
3º Reivindicamos a elaboração de uma ampla campanha de esclarecimento público envolvendo empresários, pesquisadores, estudantes, sindicatos e demais entidades representativas através da realização de audiências públicas de caráter nacional, estadual e municipal utilizando para sua efetivação o espaço e estrutura dos respectivos poderes legislativos;
4º Entendemos que as mudanças na legislação devem abranger todo o petróleo e não restringir-se ao encontrado em águas profundas;
5º Defendemos a necessidade da reforma do artigo 177 parágrafo primeiro da Constituição Federal cujo teor deve retomar sua redação original que proibia a União de conceder qualquer tipo de participação na exploração de jazidas de petróleo. Esta medida seria fundamental para extinguir a condição criada após a emenda constitucional número 9 que restringiu o Estado Brasileiro à condição de proprietário do bem natural petróleo entregando aos grupos privados – através da lei 9478 – a propriedade deste econômico.
6º A extinção da incoerência entre a propriedade do bem natural petróleo – reservada a União através do artigo 20 da Constituição Federal - e entrega do bem econômico aos oligopólios, como possibilita a lei 9478, será superada através da criação de uma nova lei do petróleo cujos termos devem seguir aqueles presentes na lei 2004 que criou a Petrobras.
Com efeito a Fundação Brasileira de Direito Econômico mantém sua posição de defesa na utilização do poder econômico conferido pelo petróleo para implementação de políticas direcionadas ao desenvolvimento nacional.

Classificação do petróleo

A classificação do petróleo, de acordo com seus constituintes, interessa desde os geoquímicos até os refinadores. Os primeiros visam caracterizar o óleo para relacioná-lo à rocha-mãe e medir o seu grau de degradação. Os refinadores querem saber a quantidade das diversas frações que podem ser obtidas, assim como sua composição e propriedades físicas.
Assim, os óleos parafínicos são excelentes para a produção de querosene de aviação (QAV), diesel, lubrificantes e parafinas. Os óleos naftênicos produzem frações significativas de gasolina, nafta petroquímica, QAV e lubrificantes, enquanto que os óleos aromáticos são mais indicados para a produção de gasolina, solventes e asfalto.

· Classe parafínica (75% ou mais de parafinas) – Nesta classe estão os óleos leves, fluidos ou de alto ponto de fluidez, com densidade inferior a 0,85, teor de resinas e asfaltenos menor que 10% e viscosidade baixa, exceto nos casos de elevado teor de n-parafinas com alto peso molecular (alto ponto de fluidez). Os aromáticos presentes são de anéis simples ou duplos e o teor de enxofre é baixo. A maior parte dos petróleos produzidos no Nordeste brasileiro é classificada como parafínica.

· Classe parafínico-naftênica (50 – 70% parafinas, >20% de naftênicos) – Os óleos desta classe são os que apresentam um teor de resinas e asfaltenos entre 5 e 15 %, baixo teor de enxofre (menos de 1%), teor de naftênicos entre 25 e 40%. A densidade e viscosidade apresentam valores maiores do que os parafínicos, mas ainda são moderados. A maioria dos petróleos produzidos na Bacia de Campos, RJ, é deste tipo.

· Classe naftênica (>70% de naftênicos) – Nesta classe enquadra-se um número muito pequeno de óleos. Apresentam baixo teor de enxofre e se originam da alteração bioquímica de óleos parafínicos e parafínico-naftênicos. Alguns óleos da América do Sul, da Rússia e do Mar do Norte pertencem a esta classe.

· Classe aromática intermediária (>50% de hidrocarbonetos a aromáticos) – Compreende óleos frequentemente pesados, contendo de 10 a 30% de asfaltenos e resinas e teor de enxofre acima de 1%. O teor de monoaromáticos é baixo e em contrapartida o teor de tiofenos e de dibenzotiofenos é elevado. A densidade usualmente é maior que 0,85. Alguns óleos do Oriente Médio (Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Iraque, Síria e Turquia), África Ocidental, Venezuela, Califórnia e Mediterrâneo (Sicília, Espanha e Grécia) são desta classe.

· Classe aromático-naftênica (>35% de naftênicos) – Óleos deste grupo sofreram processo inicial de biodegradação, no qual foram removidas as parafinas. Eles são derivados dos óleos parafínicos e parafínico-naftênicos, podendo conter mais de 25% de resinas e asfaltenos, e teor de enxofre entre 0,4 e 1%. Alguns óleos da África Ocidental são deste tipo.

· Classe aromático-asfáltica (>35% de asfaltenos e resinas) – Estes óleos são oriundos de um processo de biodegradação avançada em que ocorreria a reunião de monocicloalcenos e oxidação. Podem também nela se enquadrar alguns poucos óleos verdadeiramente aromáticos não degradados da Venezuela e África Ocidental. Entretanto, ela compreende principalmente óleos pesados e viscosos, resultantes da alteração dos óleos aromáticos intermediários. Desta forma, o teor de asfaltenos e resinas é elevado, havendo equilíbrio entre ambos. O teor de enxofre varia de 1 a 9% em casos extremos. Nesta classe encontram-se os óleos do Canadá ocidental, Venezuela e sul da França.

VAGAS - 15/08 À 17/08

A DSRH, consultoria de Recursos Humanos, com sede no RJ e SP, está selecionando para seu cliente o profissional abaixo:
GERENTE COMERCIAL COM EXP EM INDÚSTRIA NAVAL ou OIL&GÁS
Salário: De R$8.000,00 (CLT) / R$12.000,00 (PJ)
Benefícios: compatível com o mercado
Comissionamento: compatível com o mercado
Requisitos: Ter desempenhado a função de gerente comercial em empresas do segmento da Construção Naval ou Oil&Gás; Superior completo em Economia, Comércio Exterior ou área relacionada; Experiência de no mínimo 3 anos nos setores de construção naval e petróleo e gás; Grande conhecimento do setor marítimo; Experiência em gerenciamento de Equipes; Inglês fluente (leitura, escrita e fala); Ter carteira de clientes do segmento marítimo; Disponibilidade para viagens nacionais e internacionais; Completo domínio do pacote office; Habilidade em prospecção de clientes; Conhecimento de legislação de indústria de construção naval e petróleo e gás; Experiência em organização de feiras e eventos do setor, dentro e fora do Brasil.
Base de Trabalho: Rio de Janeiro e adjacências (Macaé, Campos, etc.);
Se você tem interesse nesse processo seletivo ou quer indicar um amigo, entrar em contato hoje com Thatiana pelo telefone (21)2233-8182 para agendamento de entrevista nesta segunda feira, dia 17/08 e também se cadastrar no nosso site www.dsrh.com.br, vinculandoo currículo na vaga.
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HR Oil, a Divisão de RH da Empresa G-Comex, recruta para seu Cliente, Empresa Multinacional do ramo de Petróleo o seguinte perfil:
Coordenador de Operações
- Formação: Superior - Inglês: fluente operacional e técnico - Residir em Macaé- Ter experiência de no mínimo 5 anos na área subsea - Experiência técnica deve ser acompanhada com experiência operacional
PRINCIPAIS ATIVIDADES
- Apoiar ao Gerente do Departamento da Base de Macaé no planejamento, coordenação e controle das atividades de apoio aos projetos desenvolvidos pela empresa na área de logística de pessoas e das unidades moveis (embarcações), contribuindo com estabelecendo diretrizes e prioridades. Participando da gestão e seleção de pessoal, avaliando suas capacitações, definindo necessidade de treinamentos;-Participar dos processos de admissão temporária de navios do grupo ou afretados para operar no Brasil em operações offshore;-Participar dos processos de logística embarque/desembarque nos portos e no mar; Acompanhar e informar ao Gerente, as emissões de leis, decretos, resoluções e/ou toda e qualquer legislação aplicável as atividades portuárias e offshore;-Participar em conjunto com o gerente e o Suporte da Base de Macaé o Plano de Apoio as Emergências Offshore;-Elaborar e/ou participar da emissão de procedimentos e instruções permanentes relativos ao departamento;-Participar da implementação de gestões de qualidade; implementar metas de QHSE e fazer cumprir os objetivos e metas propostos para o departamento; Auxiliar na definição dos objetivos específicos para o setor em conjunto visando assegurar as condições necessárias a otimização dos resultados; Apoiar ao comitê voltado para o programa de qualidade da Empresa ( MPT - Manutenção Produtiva Total ), avaliando custos, viabilidade técnica e benefícios das propostas formuladas, visando contribuir para a definição das melhorias a serem implementadas na empresa; Fazer cumprir as normas e procedimentos de embarque e desembarque, orientando os funcionários com relação às mesmas, para atender as exigências dos órgãos governamentais;Controlar os certificados estatutários exigidos para o despacho da embarcação, verificando suas validações, a fim de atender exigências legais.
Candidatos interessados e no perfil acima, favor encaminhar CV em Português e Inglês para hroil@hroil.com.br – informando a pretensão salarial e escrevendo no título do e-mail, o cargo que está se candidatando. Por favor, siga essas instruções para que o seu currículo seja visualizado mais rapidamente.
Visite o Website: www.hroil.com.br www.gcomex.com.br
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HR Oil, a Divisão de RH da Empresa G-Comex, recruta para seu Cliente, Empresa Multinacional do ramo de Petróleo o seguinte perfil:
Engenheiro de Projetos SR
- Formação:Graduação em engenharia mecânica- Inglês: fluente operacional e técnico- Ter experiência de no mínimo 5 anos na área subsea - Experiência técnica deve ser acompanhada com experiência operacional
PRINCIPAIS ATIVIDADES
-Elaborar e apresentar procedimentos técnicos de Projetos de Instalação de relativa complexidade, a partir de Requisições Técnicas emitidas pelo cliente, contendo prazos estimados de execução.
-Elaborar o cronograma do projeto, extraindo dados de planilhas contendo as informações e o tempo de duração das etapas envolvidas, com a finalidade de obter uma previsão do prazo de entrega do empreendimento;
-Elaborar procedimentos de instalações offshore, baseando-se em memorial descritivo emitido pelo cliente, contendo características do campo onde será realizado o trabalho, tais como, profundidade, coordenada do poço e da plataforma e outras, para que, a partir destes dados, sejam realizados os procedimentos necessários para a execução das instalações;
-Acompanhar os preparativos de mobilização, físicos e terrestres, para as operações offshore;
-Acompanhar as operações offshore, realizando a interface entre a Gerência do Projeto em terra e a equipe operacional offshore;
Candidatos interessados e no perfil acima, favor encaminhar CV em Português e Inglês para hroil@hroil.com.br– informando a pretensão salarial e escrevendo no título do e-mail, o cargo que está se candidatando. Por favor, siga essas instruções para que o seu currículo seja visualizado mais rapidamente.
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Vagas para Operadores de Equipamentos Jr. para morar em Macaé
Operadores de Equipamentos Jr. ( 20 vagas )
 Formação técnica eletromecânica, mecânica ou elétrica
 COM CREA ( INDISPENSÁVEL!!!! )
 Residir preferencialmente na região Norte Fluminense (Macaé e redondezas)
 Desejável experiência embarcado em plataformas
 Bons conhecimentos em informática (Pacote Office)
 Disponibilidade para embarques e viagens
Local de trabalho : Macaé
Salário: R$ 800,00 + VR(20,00) + VT + Assistência Médica Sulamérica extensiva + Odontológica + Seguro de Vida + Cursos + Treinamentos
As entrevistas serão realizadas no Rio .
Encaminhar cv com expectativa salarial para siahtcon@terra.com.br aos cuidados de Cláudia Barreto.
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Vagas para Empresa de Engenharia
Gerente de Logistica
Gerente de Compras
Gerente Adm e Fin
Oficial de Náutica
Engenheiro de Petróleo
Engenheiro Elétrico
Engenheiro Mecânico
Supervisor de Manutenção
Supervisor de Montagem
Diretor de Operações
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ANALISTA CONTÁBIL
Para empresa multinacional
Local: Botafogo / RJ
Superior Completo em Ciências Contábeis
Inglês Avançado
Ambos os sexos
Experiência: em toda rotina contábil (classificação, lançamentos, análise bancária, balancete)Conhecimento na lei 11.638.
Salário: pretensão salarial
Benefícios: VT, VR, AM, AO e PLOS INTERESSADOS DEVEM ENCAMINHAR CURRÍCULO PARA aline@parceriaconsult.com.br, INFORMANDO PRETENSÃO SALARIAL
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Técnico de Mecânica (Mechanic Technician) para trabalhar a partir de novembro/dezembro na empresa AKER. Segue abaixo perfil solicitado: 10 Mechanic Technician to be the SIAC Technicians Trainees 2 years of experienceTechnical English Offshore experienceExperience with hydraulic pump / Crane maintenance / Hydraulic knowledge In Macae / 14x14 Direct contract. +5 / +5 years.Enviar currículo para rdias@swift-technical.com
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Empresa multinacional da área de Petróleo contrata HSE Offshore (28 x 28) - URGENTE. Requisitos:Ensino Superior Completo
Curso de Técnico de Segurança do Trabalho
Experiência como HSE Offshore
Inglês Fluente
Experiência em Drilling
Os interessados favor enviar currículo para mlobato@swift-technical.com
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OPERADOR DE GUINDASTE Para trabalhar offshore em Macaé, regime 14x14.
Imprescindível cinco anos de experiência como Operador de Guindaste.
Inglês técnico intermediário. Imprescindível Sparrows nível 3. Interessados encaminhar currículo em português e inglês para: phameister@swift-technical.com

AGRADECIMENTOS - 2000 VISITAS EM MENOS DE 1 SEMANA

Caros leitores e colaboradores desse espaço virtual, venho por meio deste agradecer o grande número de visitas que estamos recebendo em menos de 1 semana de atividade.

ATINGIMOS 2000 VISITAS, 2000 COLABORAÇÕES, OBRIGADO.

Muito obrigado a todos. Vamos adiante, espero contar com a colaboração de todos com sugestões para novos artigos.
Usem o espaço ao final do site denominado Contato, para trazer novas informações e para uma maior interação, obrigado.

Noções Básicas de Completação

Define-se como completação o conjunto de serviços efetuados no poço desde o momento no qual a broca atinge a base da zona produtora / ocorre a cimentação do revestimento de produção.
A completação consiste em transformar o poço perfurado em uma unidade produtiva.
O poço passa a produzir óleo/gás, gerando receitas.


Clique sobre a figura para ampliá-la.

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Básico sobre KICK

É A INVASÃO DOS FLUIDOS DA FORMAÇÃO PARA DENTRO DO POÇO. OCORRE QUANDO A HIDROSTÁTICA DO FLUIDO DE PERFURAÇÃO FICA MENOR QUE A PRESSÃO DO RESERVATÓRIO.
A CONDIÇÃO ACIMA PODE SER PROVOCADA POR :

PERFURAÇÃO NÃO PREVISTA DE ZONAS COM PRESSÃO ANORMALMENTE ALTA.

NÃO ABASTECIMENTO DO POÇO DURANTE AS MANOBRAS (TRIP TANK).

PISTONEIO.

INDÍCIOS DE KICK

POÇO EM FLUXO COM AS BOMBAS DESLIGADAS.

AUMENTO DO VOLUME DE LAMA NOS TANQUES.

AUMENTO DA TAXA DE PENETRAÇÃO.

AUMENTO DA VELOCIDADE DAS BOMBAS.

LAMA CORTADA POR GÁS.

CONTROLE DO KICK

FECHAMENTO DO POÇO (BOP) NA PRIMEIRA SUSPEITA.

LEITURA DAS PRESSÕES NA CABEÇA (SIDPP E SICP).

EXPULSÃO DO FLUIDO INVASOR MANTENDO PRESSÃO CONSTANTE NO FUNDO.

SUBSTITUIÇÃO DO FLUIDO DE PERFURAÇÃO POR OUTRO MAIS PESADO

MANTENDO PRESSÃO CONSTANTE NO FUNDO.

RETIRADA DE POSSÍVEL GÁS TRAPEADO ABAIXO DA GAVETA DO BOP.

O CONTROLE DA PRESSÃO NO FUNDO É FEITO ATRAVÉS DE AJUSTES NO CHOKE.

Engenharia de Poço

A construção de poços é uma das atividades mais importantes da indústria de petróleo. Entre outras, cabe a Engenharia de Poços a tarefa de perfurar, testar e equipar os poços para que esses atendam aos requisitos de exploração ou produção.
Os riscos envolvidos na construção de poços podem ser altos. Erupções descontroladas de gás ou óleo, os chamados “Blowouts”, já foram a causa de perdas de vidas humanas, destruição de plataformas e danos ao meio ambiente. Por isso, a construção de um poço é considerada uma atividade de risco e que conseqüentemente requer o desembolso de grandes somas de dinheiro.
Existem várias classificações para os poços de petróleo. Dependendo da fase em que a área geográfica esteja, o poço a ser perfurado poderá ser classificado como Exploratório ou de Desenvolvimento (ou Explotatório). Por ser perfurado na fase exploratória, onde poucos dados da área geográfica estão disponíveis, o projeto de um poço exploratório pode ter características muito distintas de um projeto usado para perfurar um poço de desenvolvimento.
Os poços também podem ser terrestres (Onshore) ou marítimos (Offshore). Dependendo da profundidade de água da locação onde o poço irá ser perfurado, este pode ser classificado como sendo de água rasa (Shallow water), água profunda (Deepwater) ou água ultra-profunda (Ultra Deepwater).

Como mostrado na figura abaixo, os poços podem ser classificados como verticais, direcionais e horizontais.


Ao terminar a perfuração de um poço, é necessário deixá-lo em condições de operar de forma segura e econômica. Ao conjunto de operações destinadas a equipar o poço para produzir hidrocarbonetos ou injetar fluidos nas formações, denomina-se Completação.
São várias as formas de classificar a completação dos poços. Quanto ao posicionamento da cabeça do poço, isto é, se esta está localizada na superfície ou no fundo do mar, a completação pode ser classificada como seca ou molhada. A completação é classificada como sendo “A Poço Aberto”, se esta nenhum revestimento é colocado em frente da zona produtora. Por outro lado, ela é dita “A Poço Revestido” se um revestimento de produção é colocado em frente da zona produtora. Finalmente, a completação pode ser simples ou múltipla, dependendo se a produção ocorrer de uma única zona produtora ou se for proveniente de vários intervalos produtores diferentes colocados para produzir independente de cada um.
créditos:Prof.: Luiz Alberto S. Rocha,
PhD, Louisiana State University.
Professor de Engenharia de Poço I & II

TIPOS DE SONDAS MARÍTIMAS


SONDA MODULADA (SM)

L.A. RASAS - APROXIMADAMENTE 200m.

A JAQUETA É LANÇADA E ENCAIXADA EM ESTACAS NO FUNDO DO MAR.

EM SEGUIDA OS MÓDULOS SÃO COLOCADOS SOBRE A JAQUETA.

OS POÇOS PODEM SER PERFURADOS ANTES OU DEPOIS DA INSTALAÇÃO DA JAQUETA.

NÃO É NECESSÁRIO COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.


PLATAFORMA AUTO-ELEVÁVEL (PA)

FORNECE UMA PLATAFORMA DE PERFURAÇÃO FIXA NÃO AFETADA PELAS CONDIÇÕES DE TEMPO.

PERMITE POSICIONAMENTO EM ÁREAS COM RESTRIÇÕES NO FUNDO DO MAR.
BAIXO CUSTO.

PERFURA EM LÂMINA D´ÁGUA DE ATÉ 120m.

NÃO É NECESSÁRIO COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.


SONDA SEMI-SUBMERSÍVEL (SS)

PLATAFORMA ESTÁVEL: TRABALHA EM CONDIÇÕES DE MAR E TEMPO MAIS SEVEROS DO QUE OS NAVIOS.

PODE SER ANCORADA OU DE POSICIONAMENTO DINÂMICO.

É NECESSÁRIO COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.


NAVIO SONDA (NS)

GRANDE CAPACIDADE DE ARMAZENAGEM DE SUPRIMENTO PARA PERFURAÇÃO.

MENOS ESTÁVEL QUE A SONDA SEMI-SUBMERSÍVEL (SS).

PROPULSÃO PRÓPRIA.

PODE SER ANCORADO OU DP.

É NECESSÁRIO COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.


TLP (TENSION LEG PLATFORM)

PLATAFORMA FLUTUANTE POSICIONADA NA LOCAÇÃO POR TENDÕES VERTICAIS FIXADOS NO FUNDO DO MAR POR ESTACAS.

RAIO DE ANCORAGEM NULO.

NÃO POSSUI COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.

UTILIZADAS COMO UEP´s COM OS POÇOS EQUIPADOS COM ÁVORE DE NATAL SECA.


SPAR

PLATAFORMA FLUTUANTE DE CALADO PROFUNDO.

O CASCO CILÍNDRICO É ANCORADO NO FUNDO DO MAR COM SISTEMA CONVENCIONAL OU TAUTLEG. O RAIO DE ANCORAGEM DEPENDE DO SISTEMA UTILIZADO.

APÓS A ANCORAGEM A PLATAFORMA É MONTADA SOBRE O CASCO.

AS PAREDES DO CASCO ABRIGAM TANQUES DE LASTRO E DE CONSUMÍVEIS.

NÃO POSSUI COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.

UTILIZADAS COMO UEP´s COM OS POÇOS EQUIPADOS COM ÁRVORE DE NATAL SECA.


Organograma básico de Sonda de Perfuração

Projeto final sobre pré-sal será apresentado a ministros dia 18

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiram nesta terça-feira, dia 11, os últimos pontos sobre o marco regulatório do pré-sal.
Depois dos acertos com o presidente, o texto, que segue para apreciação no Congresso Nacional, será apresentado a outros membros do governo na reunião ministerial do próximo dia 18.
Lobão não acredita que a urgência na votação do projeto, como quer o governo, seja prejudicada pela crise institucional que atinge o Senado. "O Congresso, tradicionalmente, lida com muitas questões ao mesmo tempo. São homens comprometidos com o espírito público, não acredito que [a urgência] será prejudicada", afirmou.
O ministro disse que desconhece as intenções do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, para que haja compensações sobre a emissão de dióxido de carbono (CO2) durante a extração do petróleo da camada pré-sal. "Isso também é novidade para mim", afirmou.
Lobão reafirmou que o mesmo modelo de percentuais de royalties continuará valendo para os blocos já licitados do pré-sal, mas a partir de agora a distribuição vai mudar.
O ministro garante que o novo marco regulatório vai respeitar o modelo atual que prevê que 50% dos royalties e participações especiais sejam recolhidos para a União (40% para o Ministério de Minas e Energia e 10% para o do Meio Ambiente), 40% aos estados produtores e 10% aos municípios.
"O pré-sal é uma nova história que hoje ainda não existe. Portanto, não se trata de tirar de ninguém, até porque nos 25% do pré-sal já existentes (descobertos, licitados e em fase de exploração) o direito está garantido".
Segundo o ministro, as decisões legais a serem adotadas no novo marco regulatório dirão respeito apenas aos 75% da área do pré-sal ainda não licitados. "Essas serão leis amplamente debatidas por toda a sociedade, inclusive com a bancada do Rio de Janeiro participando desse debate."
Lobão garantiu que "nada será feito às escondidas, mas rigorosamente às claras e com amplas possibilidades de intervenção".
Ao lembrar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não se posicionou sobre os três anteprojetos de lei encaminhados pela Comissão Mista criada para a sua elaboração, o ministro afirmou que a Constituicão é clara ao estabelecer que o subsolo pertence à União. "E é por isso mesmo que a distribuição será feita entre todos os entes da Federação, até porque os argumentos utilizados pelos estados e municípios que não são beneficiados pelos royalties é de que eles também são filhos de Deus."
Lobão também garantiu que o Rio de Janeiro não perderá nada do que está recebendo hoje. "Nós estamos apenas fazendo uma lei nova para o que ainda não existe. E esses três projetos que serão encaminhados pelo presidente Lula vão ser votados pelos deputados e senadores do Rio, de São Paulo e do Espírito Santo (os principais beneficiados pelo pré-sal), mas também pelos dos outros 24 estados".
O ministro confirmou que a Petrobras, no modelo proposto ao governo federal, será a única empresa operadora do pré-sal e que mesmo havendo licitações, as empresas vencedoras terão a estatal brasileira como sócia.
As declarações foram dadas por Edison Lobão durante reunião, no dia 8 de agosto, com os prefeitos da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro). A prefeita de Campos, Rosinha Matheus, presidente da entidade, entregou ao ministro uma carta com a posição dos prefeitos fluminenses sobre a questão dos royalties.
A Ompetro sugere, para as reservas do pré-sal, o estabelecimento de uma faixa de 40% para a fixação dos royalties, mantendo-se os critérios atuais estabelecidos na demarcação geográfica em linhas ortogonais, em acordo com a atual Lei do Petróleo. Os 60% restantes ficariam destinados ao formato analisado pelo governo federal, configurando "um modelo misto".
A organização alega que os atuais campos produtores do estado são, em sua maioria, maduros, e que estudo da própria Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica que boa parte dos municípios do estado do Rio terá uma perda de receita em royalties estimada em R$ 17,15 bilhões até 2017, em decorrência da queda gradativa de produção desses campos.

Vagas do Dia - 12/08/2009

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Vaga: Analista Pleno (Macaé)
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Irá desenvolver:
· Elaboração de metodologia de implantação de planos demanutenção, inspeção e calibração.
· Revisão dos planos de manutenção, inspeção e calibração dosequipamentos e enquadramento na metodologia elaborada.
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· Padronização dos planos de inspeção, calibração e manutençõespreventiva e preditiva.
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Currículo deve ser enviado em formato Word para
r.gama@accenture.comaté 24/Agosto/09.
Colocar no campo Assunto do email: Vaga Macaé - Indústria Petróleo Gás
CURRÍCULOS SEM PRETENSÃO SALARIAL NÃO SERÃO ANALISADOS



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Recrutamos para multinacional do segmento de Petróleo, para trabalhar embarcado em FPSO, em Vitória-Espírito Santo. Só serão considerados curriculuns de profissionais com a experiência abaixo solicitada. Não estamos selecionando profissionais sem experiência em Plataformas FPSO e que nunca trabalharam embarcados.

Operadores de Produção de Petróleo – 03 Vagas
Técnico em Química ou Mecânica, inglês avançado, sólida experiênciacomo Operador de Produção de Petróleo em Plataformas FPSO, emseparação de óleo, compressores de gás, desidratação de glicol,sistemas HPU, sistema de água produzida, operação de sistema deinjeção de água, filtragem grossa/fina.


Moço de máquinas/Marinheiro de máquinas – 04 Vagas
Experiência em tarefas de manutenção e operação dirigidas pelosupervisor de praça de máquinas; auxiliar o oficial de máquinas nastarefas do quadro de serviços; realizar rondas constantes afim degarantir o bom funcionamento dos equipamentos mecânicos da praça demáquinas; realizar manutenção geral (incluindo tratamento e pintura),engraxamento e lubrificação de equipamentos; manter a praça demáquinas limpa e arrumadaSe possível algum conhecimento de inglês.Com certificação de acordo com STCW.Embarcar 14x14 em Vitória

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Soldadores- 02 Vagas
Experiência com solda de Tubulações em Manutenção em FPSOs. Deverá terconhecimentos de Tornearia.Embarcar 14x14 em Vitória.

Técnico de Mecânica- 03 Vagas
Experiência na área de manutenção em FPSO, em atividades para garantiro funcionamento seguro e eficiente de todos os aspectos do equipamentooperacional na instalação. Garantir que toda a planta e equipamentosde emergência estejam em boa ordem operacional. Garantir o usoeficiente e econômico para minimizar o consumo de combustível e óleopara garantir a máxima disponibilidade de maquinaria o tempo todo.Inglês intermediário.Embarcar 14x14 em Vitória.


GEÓLOGO - para atuar na Base em Macaé
Inglês fluente, experiência na área de Perfuração de Poços, como "MudLogging".


Informar cargo a que se candidata e pretensão salarial.
Currículum, URGENTE, para
psicologos@psicologosassociados.com.br

Atividades para obtenção de petróleo e derivados

-->Exploração
O ponto de partida na busca do petróleo é a Exploração, que realiza os estudos preliminares para a localização de uma jazida. Nesta fase é necessário analisar muito bem o solo e o subsolo, mediante aplicações de conhecimentos de Geologia e de Geofísica, entre outros. A geologia realiza estudos na superfície que permitem um exame detalhado das camadas de rochas onde possa haver acumulação de petróleo. Quando se esgotam as fontes de estudos e pesquisas de Geologia, iniciam-se, então, as explorações Geofísicas no subsolo. A Geofísica, mediante o emprego de certos princípios da física, faz uma verdadeira radiografia do subsolo. Um dos métodos mais utilizados é o da Sísmica. Compreende verdadeiros terremotos artificiais, provocados, quase sempre, por meio e explosivos, produzindo ondas que se chocam contra a crosta terrestre e voltam à superfície, sendo captadas por instrumentos que registram determinadas informações de interesse do Geofísico.

-->Perfuração
A perfuração é a segunda fase na busca do petróleo. Ela ocorre em locais previamente determinados pelas pesquisas Geológicas e Geofísicas. Para tanto, perfura-se um poço - o Poço Pioneiro - mediante o uso de uma sonda(ou Torre de Perfuração) que é o equipamento utilizado para perfurar poços. Esse trabalho é feito através de uma Torre que sustenta a coluna de perfuração, formada por vários tubos. Na ponta do primeiro tubo encontra-se a broca, que, triturando a rocha, abre o caminho das camadas subterrâneas. Comprovada a existência de petróleo, outros poços são perfurados para se avaliar a extensão da jazida. Essa avaliação é que vai determinar se é comercialmente viável, ou não, produzir o petróleo descoberto. Caso positivo, o número de poços perfurados forma um Campo de Petróleo. Atualmente esses poços para produção são horizontais e emprega-se o sitema de Direcional do poço, para um melhor aproveitamento da jazida.
-->Produção
Revelando-se comercial, começa a fase da Produção naquele Campo. Nesta fase, o óleo pode vir à superfície espontaneamente, impelido pela pressão interna dos gases. Nesses casos temos os chamados Poços Surgentes. Para controlar esse óleo usa-se, então, um conjunto de válvulas denominado Árvore de Natal. Quando, entretanto, a pressão fica reduzida, são empregados processos mecânicos, como o Cavalo de Pau, equipamento usado para bombear o petróleo para a superfície, além de outros. Os trabalhos em mar seguem os mesmos critérios aplicados em terra, mas utilizam equipamentos especiais de perfuração e produção: as Plataformas e os Navios-Sonda. Junto à descoberta do petróleo pode ocorrer, também, a do Gás Natural. Isso acontece, principalmente, nas bacias sedimentares brasileiras, onde o gás natural, muitas vezes, encontra-se dissolvido no petróleo, sendo separado durante as operações de produção. Tecnicamente chama-se a isto de Gás Associado ao Petróleo. O petróleo e o gás descobertos não são totalmente produzidos. Boa parte deles fica em disponibilidade para futuras produções, em determinado momento. São chamadas Reservas de Petróleo e de Gás. Dos campos de produção, seja em terra ou mar, o petróleo e o gás seguem para o parque de armazenamento, onde ficam estocados. Este parque é uma grande área na qual se encontram instalados diversos tanques que se interligam por meio de tubulações.
-->Refino
Uma Refinaria é como uma grande fábrica, cheia de equipamentos complexos e diversificados, pelos quais o petróleo vai sendo submetido a diversos processos para a obtenção de muitos derivados. Refinar petróleo é, portanto, separar suas frações, processá-lo, transformando-o em produtos de grande utilidade: os derivados de petróleo. A instalação de uma Refinaria obedece a diversos fatores técnicos, dos quais destacam-se a sua localização nas proximidades de uma região onde haja grande consumo de derivados e/ou nas proximidades das áreas produtoras de petróleo, A Petrobrás possui 11 refinarias, estrategicamente localizadas do norte ao sul do País. Responsáveis pelo processamento de milhões de barris diários de petróleo, essas refinarias suprem nosso mercado com todos os derivados que podem ser obtidos a partir do petróleo nacional ou importado: gasolina, óleos combustíveis, além de outros.
-->Transporte
O transporte na indústria petrolífera se realiza por Oleodutos, Gasodutos, Navios Petroleiros e Terminais Marítimos. Oleodutos e Gasodutos são sistemas que transportam, respectivamente, o óleo e o gás, por meio de dutos (tubos) subterrâneos. Navios Petroleiros transportam gases, petróleo e seus derivados e produtos químicos. Terminais Marítimos são instalações portuárias para a transferência da carga dos navios para a terra e vice-versa. Instalados estrategicamente em diversos pontos do País, a Petrobrás dispõe, de 8 Terminais, uma rede de dutos e uma ampla frota de Navios Petroleiros.

História do petróleo no Brasil

A história do petróleo no Brasil começou na Bahia, onde, no ano de 1858, o decreto n.º 2266 assinado pelo Marquês de Olinda, concedeu a José Barros Pimentel o direito de extrair mineral betuminoso para fabricação de querosene de iluminação, em terrenos situados nas margens do Rio Marau, na Província da Bahia. No ano seguinte, em 1859, o inglês Samuel Allport, durante a construção da Estrada de Ferro Leste Brasileiro, observou o gotejamento de óleo em Lobato, no suburbio de Salvador.
Em 1930, setenta anos depois e após vários poços perfurados sem sucesso em alguns estados brasileiros, o Engenheiro Agrônomo Manoel Inácio Bastos, realizando uma caçada nos arredores de Lobato, tomou conhecimento que os moradores usavam uma lama preta, oleosa para iluminar suas residências. A partir de então retornou ao local várias vezes para pesquisas e coletas de amostras, com as quais procurou interessar pessoas influentes, porém sem sucesso, sendo considerado como "maníaco".Em 1932 foi até o Rio de Janeiro, onde foi recebido pelo Presidente Getúlio Vargas, a quem entregou o relatório sobre a ocorrência de Lobato. Finalmente, em 1933 o Engenheiro Bastos conseguiu empolgar o Presidente da Bolsa de Mercadorias da Bahia, Sr. Oscar Cordeiro, o qual passou a empreender campanhas visando a definição da existência de petróleo em bases comerciais na área. Diante da polêmica formada, com apaixonantes debates nos meios de comunicação, o Diretor-Geral do Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, Avelino Inácio de Oliveira, resolveu em 1937 pela perfuração de poços na área de Lobato, sendo que os dois primeiros não obtiveram êxito.
Em 29 de julho de 1938, já sob a jurisdição do recém-criado Conselho Nacional de Petróleo - CNP, foi iniciada a perfuração do poço DNPM-163, em Lobato, que viria a ser o descobridor de petróleo no Brasil, quando no dia 21 de janeiro de 1939, o petróleo apresentou-se ocupando parte da coluna de perfuração.O poço DNPM-163, apesar de ter sido considerado antieconômico, foi de importância fundamental para o desenvolvimento da atividade petrolífera no Estado da Bahia. A partir do resultado desse poço, houve uma grande concentração de esforços na Bacia do Recôncavo, resultando na descoberta da primeira acumulação comercial de petróleo do país, o Campo de Candeias, em 1941. A constatação de petróleo na Bacia do Recôncavo viabilizou a exploração de outras bacias sedimentares terrestres, primeiramente pelo CNP e, posteriormente, pela PETROBRAS.
O petróleo continua sendo descoberto e explorado na plataforma continental e nos mais distantes rincões do subsolo nacional; recentemente tivemos a inauguração das instalações de escoamento de petróleo no Campo de Rio Urucu, na longínqua Bacia do Alto Amazonas.
Neste contexto, insere-se a realização do III SEMINÁRIO DE GEOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO E RESERVATÓRIO, na Bahia, como mais um dos eventos que comemoram a definitiva consolidação de indústria de petróleo no Brasil.

Petróleo no Mundo

Não se sabe quando despertou-se a atenção do homem, mas o fato é que o petróleo, assim como o asfalto e o betume, eram conhecidos desde os primórdios da civilização.
Nabucodonosor usou o betume como material de liga nas construção dos célebres Jardins Suspensos da Babilônia.
Os egípcios o usaram para embalsamar os mortos e na construção de pirâmides, enquanto gregos e romanos dele lançaram mão para fins bélicos.
Só no século 18, porém, é que o petróleo começou a ser usado comercialmente, na indústria farmacêutica e na iluminação. Como medicamento, serviu de tônico cardíaco e remédio para cálculos renais, enquanto seu uso externo combatia dores, cãimbra e outras moléstias. Até a metade do século passado, não havia ainda a idéia, ousada para a época, da perfuração de poços petrolíferos.
As primeiras tentativas aconteceram nos Estados Unidos, com Edwin L. Drake. Lutou com diversas dificuldades técnicas, chegando mesmo a ser cognominado de "Drake, o louco". Após meses de perfuração, Drake encontra o petróleo, a 27 de agosto de 1859. Passados cinco anos, achavam-se constituídas, nos Estados Unidos, nada menos que 543 companhias entregues ao novo e rendoso ramo de atividades.
Na Europa floresceu, em paralelo á fase de Drake, uma reduzida indústria de petróleo, que sofreu a dura competição do carvão, linhita, turfa e alcatrão - matérias-primas então entendidas como nobre. Naquela época, as zonas urbanas usavam velas de cera, lâmpadas de óleo de baleia e iluminação por gás e carvão. Enquanto isso, no campo, o povo despertava com o sol e dormia ao escurecer por falta de iluminação noturna. Assim, as lâmpadas de querosene, por seu baixo preço, abriram novas perspectivas ao homem do campo, principalmente, permitindo que pudesse ler e escrever á noite.A invenção dos motores á gasolina e a diesel, no século passado, fez com que outros derivados, até então desprezados, passassem a ter novas aplicações.Assim, ao longo do tempo, o petróleo foi se impondo como fonte de energia eficaz.
Hoje, além de grande utilização dos seus derivados, com o advento da petroquímica, centenas de novos produtos foram surgindo, muitos deles diariamente utilizados, como os plásticos, borrachas sintéticas, tintas, corantes, adesivos, solventes, detergentes, explosivos, produtos farmacêuticos, cosméticos, etc. Com isso, o petróleo além de produzir combustível e energia, passou a ser imprescindível a utilidade e comodidades da vida de hoje.

Teorias Sobre a Origem do Petróleo

São muitas e controvertidas, figurando entre as principais:

  • Origem estritamente mineral, defendida por Mendeleiev, Berthelot e Missan.
  • Teoria orgânica, que postula a participação animal e vegetal.

-->A teoria estritamente mineral afirma que o petróleo se formou a partir de carburetos (de alumínio, cálcio), que submetidos à hidrólise, deram origem à hidrocarbonetos (metanos, alcenos,etc). Estes sob pressão e por aquecimento, teriam se polimerizado e condensado, originando o petróleo.
-->A teoria orgânica alega que a presença de compostos nitrogenados, clorofilados e hormônios no petróleo pressuporia a participação animal e vegetal na sua formação. Os pesquisadores modernos, em sua grande maioria, reconhecem apenas como válida esta teoria. Nela destaca-se o papel de microrganismos animais e vegetais, que sob a ação de bactérias, formariam uma pasta orgânica no fundo dos mares, que misturada com lama e areia, se transformariam em rochas. Embora aceita, a teoria ainda não conseguiu esclarescer completamente por que processos teria a matéria orgânica se convertido em petróleo e gás natural.
O petróleo é encontrado nas bacias sedimentares, depressões na superfície da terra preenchidas por sedimentos que se transformaram, em milhões de anos, em rochas sedimentares. A acumulação de petróleo depende de alguns fatores. É necessário que existam rochas geradoras que contenham a matéria-prima (pasta orgânica) que se transforma em petróleo e as chamadas rochas-reservatório, que possuem espaços vazios, chamados poros, capazes de armazenar o petróleo. Essas rochas devem estar envolvidas em armadilhas chamadas trapas. Formam-se compartimentos isolados no subsolo, onde o petróleo se acumula e de onde não tem condições de escapar. São as jazidas de petróleo.

Congratulações

Venho por meio desta postagem, parabenizar o belíssimo trabalho que o blog:
vem realizando a nível de divulgação política e informação regional ao longo de sua curta, mais louvável existência.
Parabéns Guilherme e equipe.